Podemos cita 'capilaridade' e prepara lançar Max ao Governo de MT
Presidente da AL levará grupão para nova legenda.
Folha Max
O deputado estadual Fábio Tardin (PSB) avaliou como viável a construção de um grupo político competitivo em torno do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi, após filiação ao Podemos para disputar o Governo do Estado.
Em entrevista nesta terça-feira (03), ele afirmou que o colega de Parlamento tem capilaridade suficiente para impulsionar uma chapa mjaoritária forte. Segundo Fabinho, o presidente do Legislativo mantém articulação em todo o Estado e conta com apoio de cetenas de prefeitos e lideranças regionais. "Com certeza, o deputado Max tem capilaridade no estado inteiro.
As pessoas sinalizam o sonho e alguns incentivam, mas isso vai ser uma questão que vai ser discutida lá no partido. Acredito que a partir de março, vamos afunilar e discutir com que lado vai vamos marchar ou não. Acredito que ele hoje é um dos políticos mais influentes do estado", exaltou.
Para o deputado, caso o projeto se consolide, o grupo teria musculatura eleitoral para eleger ao menos quatro deputados no parlamentar. Ao comentar o desempenho do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) no cenário pré-eleitoral, Tardin minimizou a leitura de que o aliado teria dificuldades para se viabilizar politicamente. Ele defendeu que Pivetta pode crescer a partir do momento em que assumir protagonismo político.
“A partir do momento que o vice-governador assumir a liderança de uma vez por todas, ele vai se colocar como um verdadeiro candidato. O poder da caneta é atraente e muito forte, e acredito que ele tem tudo para despontar rapidamente nas confiabilidades dos levantamentos, citando resultados inesperados em eleições municipais recentes. “Pesquisa não valeu muito nas últimas eleições. Em Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e outros municípios grandes, as pesquisas apontavam um cenário e o resultado foi outro”, relembrou.
Questionado sobre possíveis impactos de divisões internas no grupo ligado ao senador Jayme Campos (União), Tardin reconheceu que rupturas enfraquecem alianças, mas demonstrou confiança em uma recomposição. “Rachar nunca é bom na política, mas acredito que lá na frente vai chegar um consenso para andarmos unidos. O importante é não deixar o Estado retroceder ao que era no passado”, disse.
Na fala, ainda que sem citar nomes, deputado fez referência crítica às gestões dos ex-governadores Pedro Taques (PSB) e Silval Barbosa (sem partido), classificadas como períodos de retrocesso administrativo. Tardin defendeu a continuidade do atual modelo de gestão, citando obras nos 142 municípios e pagamento regular de repasses como indicadores de estabilidade.












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