Candidato do PCO com 2 Votos Fala sobre CPI das Fake News e Violência em Supermercado na Bahia

Resumo rápido

Marcelo Millet, candidato a governador da Bahia pelo PCO, comenta sua participação nas investigações da CPI das Fake News e discute o aumento da violência em estabelecimentos comerciais após o assassinato de tio e sobrinho em um supermercado.

Candidato do PCO com 2 Votos Fala sobre CPI das Fake News e Violência em Supermercado na Bahia

O candidato a governador da Bahia, Marcelo Millet, do Partido da Causa Operária (PCO), abordou sua presença nas investigações da CPI das Fake News, além de comentar sobre os 2% de intenções de voto registrados na pesquisa Ipec divulgada na última sexta-feira.

Millet, que tem uma trajetória de quatro anos na militância do PCO e já foi candidato a vice-prefeito de Salvador nas eleições de 2020, está concorrendo ao cargo de governador pela primeira vez. Natural de Salvador, Millet, 37 anos, é casado e pai de uma filha, atualmente trabalha como motorista de aplicativo.

Em uma abordagem paralela, o secretário de Segurança Pública da Bahia, Ricardo César Mandarino, comentou sobre a recente violência em um supermercado, onde um tio e seu sobrinho foram torturados e mortos. O caso levanta preocupações sobre a conduta dos seguranças do estabelecimento, que, segundo o secretário, demonstraram um padrão de ação violento, semelhante a um caso anterior envolvendo uma adolescente de 15 anos.

O secretário ressaltou que, embora o crime tenha sido cometido por funcionários de uma empresa terceirizada, o supermercado Atakarejo tem a responsabilidade de orientar seus trabalhadores sobre a forma adequada de agir e coibir abusos. Ele enfatizou que é inaceitável que a polícia não tenha sido acionada durante a ocorrência do furto que motivou a agressão.

De acordo com Andréa Ribeiro, os dois homens foram levados para uma sala de segurança dentro do supermercado, onde foram interrogados sobre o furto. Após isso, os seguranças acionaram traficantes, que supostamente torturaram e executaram as vítimas. Andréa também revelou que os seguranças exigiram R$ 700 para libertar os homens.